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Sobre a autora
e pesquisadora 
Talita Azevedo

Talita Azevedo I Créditos foto Rafael Berezinski (_rafaelberezinski) _ divulgação.jpg

saiba mais sobre

Talita Azevedo é pesquisadora e fundadora da oná.

 

Em viagens pelo Brasil, mapeia e dialoga com ciências afro-brasileiras e transforma seus registros no Presente Histórico — um ecossistema com mapas interativos, audiobooks, artigos de pesquisa e um livro-diário que conecta ancestralidade, ciência e tecnologia.

 

O projeto já alcançou mais de 15 mil interações internacionais e levou Talita a palcos em eventos conveniados a empresas como Google, Embratur, Sebrae, Delas Summit, Flip, Flipoços e Bienal do Livro.

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Embaixadora do Web Summit no Brasil, Top Voice no LinkedIn e mentora da Abstartups, representou o país no Fórum de Jornalismo Científico nos Emirados Árabes e atua em eventos da UNICAMP sobre memória, inovação e saberes afro-diaspóricos. Sua trajetória integra tecnologia, cultura digital e reconstrução de narrativas brasileiras.

Talita Azevedo é uma dessas visionárias que conseguem unir passado e futuro de maneira profunda e inovadora. Com um olhar atento às histórias esquecidas, ela está revolucionando a forma como enxergamos o Brasil e sua memória.

Jornal Diário Campineiro

Publicações, citações e mais detalhes

eixo tecnologia 

& inovação

Fast Company Brasil

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Quando falamos de inovação e tecnologias, tendemos a projetar um cenário futurista. Robôs e carros voadores são quase um imaginário obrigatório. Obcecados pelo próximo aplicativo, pela próxima inteligência artificial, pelo próximo dispositivo que promete revolucionar nossas vidas. 

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Preservar a memória é muitas vezes visto como um exercício de preservação cultural. Mas, na prática, memória é infraestrutura. É armazenamento de dados em sua forma mais ancestral. É transferência de conhecimento em um modelo open-source, amplamente distribuído e resiliente.

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Quantas soluções para os desafios complexos que enfrentamos hoje – da saúde mental às mudanças climáticas – já estão presentes nesses saberes ancestrais, mas seguem invisibilizadas? Continue lendo.

eixo

moda & criatividade

Fashion Revolution

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Talita Azevedo, a researcher and entrepreneur from the countryside of São Paulo, Brazil, has created a mapping project of invisibilized territories. She advocates for a decolonial use of technology to preserve Afro-Brazilian memory.

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In Brazil, more than half of the population is Black, according to IBGE (2022), yet historical references to their ancestry are rarely visible in urban maps, schoolbooks, or digital platforms. This invisibility is not an accident. It is the result of centuries of systematic erasure that continues to shape cities, education, and the telling of the country’s history.

 

Streets lack the names of Black leaders, monuments celebrate only the white elite, and school curricula reduce African and Afro-Brazilian history to a single chapter on slavery. As writer Conceição Evaristo defines it, memory is “a writing of life, a writing-existence,” emphasizing the need for Black subjects to be represented as protagonists. Continue lendo.

eixo

território & sustentabilidade

Guia Negro & Diário Campineiro

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Como um cientista pode ser transformado – e resumido – em lenda? A metáfora que nos provoca a pensar as tecnologias de memória, uma perspectiva de reunir a ciclicidade temporal e filosofias africanas sobre comeco, meio e fim, promovendo um futuro em constante contato ao passado no presente: Antoninho foi um guardião de múltiplos saberes, de espiritualidade a botânica, de negociação política à condução ritual, e a complexidade da sua trajetória enquanto indivíduo ainda é resumida para caber no imaginário dominante.

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A ancestralidade africana é berço de conhecimento e tecnologia: da organização comunitária ao manejo de plantas, da oralidade como método pedagógico às filosofias de justiça. No entanto, não basta reverenciar; é preciso estudo, humanização e reconhecimento institucional, do poder público, das universidades e dos espaços de decisão, para integrar essas referências ao patrimônio coletivo.

 

Por isso, além da figura de Antoninho, alguns nomes para lembrarmos: Marinha, Perpetua, Gertrudes, Antonia (ama de leite da Fazenda), Josefa, Julião, Mamede, Zotico, Oscar, Theophilo, Alfredo, Quiteria, Josefina, Ignez, Brigida, Córa, Braz Caragoatá, Salvador, Napoleão, Sylvestre, Damião, Mariano e André.  Continue lendo.

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